26.3.09

Biografia de Andy Warhol


Andrew Warhola or Andy Warhol nasceu a 6 de Agosto de 1928 em Pittsburgh, EUA. Era filho de pais originários da Eslováquia que migraram para os Estados Unidos durante a Primeira Grande Guerra para seu pai evitar ser recrutado pelo exército. Em 1945, entrou no Instituto de Tecnologia de Carnegie, em Pittsburgh, onde frequentou o curso de design. Depois de terminar o seu curso, trabalhou como desenhista publicitário em Nova York. No final dos anos de 5o, já utilizava em suas obras motivos oriundos da publicidade, empregando tintas acrílicas. Começa aí uma carreira de sucesso como artista gráfico ganhando diversos prémios como director de arte do Art Director's Club e do The American Institute of Graphic Arts. Realizou a sua primeira exposição em 1952, na Hugo Galley onde exibe algumas obras baseadas na obra de Truman Capote. Esta série de trabalhos é mostrada em diversos lugares durante os anos 50. Nos anos de 1960, escolheu como tema para suas obras artigos de consumo quotidiano, como latas de sopa Campbell e garrafas de Coca-Cola; ídolos populares, como Marilyn Monroe, Elvis Presley, Liz Taylor, Che Guevara, e imagens da história da arte, como a Mona Lisa, reproduzindo-as em série com diversas variações cromáticas. Warhol reflectiu também a imagem mais negativa da moderna sociedade norte-americana utilizando, para além da serigrafia, materiais não usuais em obras de arte naquela época , como a técnica de colagem e a utilização de materiais descartáveis. As suas ideias artísticas e os seus filmes underground, atingindo até 25 horas de duração, materializavam-se e em 1970, empreendeu diversas experiências multimédia com um grupo de rock Velvet Underground.

Morreu a 22 de Fevereiro de 1987 em Nova York.

A obra de Andy Warhol serviu para julgar, de um ponto de vista crítico, a moderna sociedade industrial, desenvolvendo novas formas de integração entre os conceitos plásticos e a realidade. Com a sua frase mais conhecida In the future everyone will be famous for fifteen minutes, Warhol prova como os seus pensamentos só podem ser reais quando a produção cultural for totalmente massificada e em que a arte será distribuída por meios de produção de massa.

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